Padrões de projeto: Adapter

6 de junho de 2009 às 20:03 | Publicado em Conceitos, padrão de projeto | 2 Comentários
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    No último post falamos um pouco sobre os padrões de projeto. Hoje falaremos sobre um padrão muito usado, o Adapter.

    Como o próprio nome diz, o Adapter serve para adaptar alguma coisa. Aliás, todos os nomes dos padrões nos indicam sua funcionalidade.

Usamos o Adapter quando queremos que classes de interfaces diferentes trabalhem juntas ou criar classes reutilizáveis. Assim, fazemos uma adaptação para que essas interfaces se tornem compatíveis.

    Mas o que são interfaces de classe? São os métodos, funções, propriedades, etc, definidos na classe. Se elas são diferentes, as classes não podem trabalhar juntas.

     O Adapter cria uma classe, que chamaremos de ClasseAdapter para conseguirmos explicar melhor, que muda o comportamento da classe que deve ser adaptada, introduzindo um objeto. Várias classes podem usar essa ClasseAdapter e esta pode colocar novas funcionalidades em várias classes ao mesmo tempo.

    Sempre que precisarmos utilizar classes de interfaces diferentes ou criar classes reutilizáveis, podemos utilizar o Adapter.

Fonte:
http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=5047

                                                         Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes

Conceito: MVC – Model View Controller

8 de maio de 2009 às 02:11 | Publicado em Conceitos, HTML, JSP | 1 Comentário
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    MVC é um padrão de projeto desenvolvido para resolver problemas para diminuir a complexidade e tornar mais eficiente as aplicações.

MVC é um paradigma que parte a aplicação em 3 partes, Model, que são os dados, View, que é o layout, e Controller, que processa as interações feitas pelos dois, responde eventos e pode modificar o Model.

    View é a camada que mostra a informação, não se preocupa com transformá-la, só quer exibí-la. É nela que entramos com os dados. Pode ser o HTML, por exemplo.

    Model é a camada lógica da aplicação, onde tudo vai acontecer. É onde fazemos a manipulação dos dados. A camada de persistência, como o banco de dados, é considerada por alguns autores como uma quarta camada, mas o mais aceito é que esta persistência faz parte do Model.

    Controller é a camada de controle, que pega os dados enviados pelo usuário, processa esses dados e faz sua validação. Gera os códigos dinâmicos para o HTML.

    O MVC separa as aplicações nessas 3 camadas. Assim, se precisarmos modificar apenas o layout, não precisamos modificar o código, só mudamos a parte do layout. Também torna possível o desenvolvimento paralelo, pois suas 3 camadas são independentes, mas não é muito recomendado para pequenas aplicações.

    Quando o usuário faz uma requisição qualquer na interface, o Controller manipula o evento e acessa o Model. O View pega esses dados do Model. O ciclo se repete.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/MVC
http://www.macoratti.net/vbn_mvc.htm

                                                     Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes

Conceito: O que é API?

26 de abril de 2009 às 23:50 | Publicado em Conceitos | 1 Comentário
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    API é um termo muito usado na área de informática e muitas pessoas têm dúvidas sobre o que é isso. Vamos começar pelo significado da sigla.

API vem do inglês Application Programming Interface, traduzindo,  Interface de Programação de Aplicativos.

    APIs são conjuntos de rotinas, protocolos, padrões, entre outros que se conectam com outros serviços enquanto você está utilizando algum programa ou está em algum site, sem que você saiba disso. Permitem também que os programadores usem funções pré-definidas para interagir com o sistema operacional. Uma API pode ligar várias funções e usá-las em outro lugar depois. Um exemplo de sua utilização é na criação plugins para vários programas.

    Resumindo, uma API pode ser extremamente útil para programadores. O Google, por exemplo, já disponibilizou algumas em seu site. Uma delas, a O3D, é uma API que nos interessou muito, da qual falaremos mais tarde.

                                                    Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes

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