Operadores avançados para otimizar as pesquisas no Google
28 28UTC agosto 28UTC 2011 às 00:12 | Publicado em Search Engine | 1 ComentárioTags: engine, Google, operador avançado, search
O Google é muito mais que uma simples engine de busca. Além de disponibilizar vários projetos aos usuários, permite que este utilize comandos simples para otimizar ainda mais a busca. Alguns desses comandos poderosos merecem destaque:
Filetype:
Permite a busca por documentos que possuem a extensão indicada pelo usuário.
Exemplo: Digitar “web 3D filetype:pdf” no campo de busca do Google fará com que este retorne apenas resultados de arquivos do formato pdf.
Cache:
Permite que acesse uma versão antiga do website armazenada no cache do Google. Pode ser muito útil quando o site que precisa acessar sair do ar.
Exemplo: Para acessar a versão em cache deste blog é só digitar “cache:webiscool.wordpress.com” no campo de busca do Google.
Faixa de preço:
Utilizado para procurar um produto entre uma determinada faixa de preço.
Exemplo: Digitar “mac $1000..5000” no campo de busca irá retornar sites que vendem este computador por preços entre 1000 e 5000, incluindo esses valores.
Info:
Quando utilizado, mostra informações sobre o site, como opções para mostrar o cache, páginas semelhantes e que possuem o termo pesquisado.
Exemplo: Para mostrar essas informações deste blog, é preciso digitar “info:webiscool.wordpress.com” no campo de busca.
Site:
Com esse comando, é possível procurar por um termo dentro de um site específico. É muito útil quando é preciso pesquisar algum conteúdo em um site grande.
Exemplo: Ao procurar por “site:webiscool.wordpress.com 3D”, a engine irá retornar apenas páginas deste blog que possuem o termo 3D.
Com esses comandos é possível melhorar os resultados das buscas.
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Operadores básicos para otimizar as pesquisas no Google
27 27UTC agosto 27UTC 2011 às 17:27 | Publicado em Search Engine | Deixe um comentárioTags: básico, engine, Google, operador, search
O Google é uma ferramenta de busca que utilizamos constantemente. É bem poderosa e oferece diversos recursos para facilitar e tornar mais ágeis as pesquisas dos usuários. Porém, poucos usuários sabem da existência deles e, mesmo sabendo, utilizam muito pouco estes recursos.
Existem dois tipos de operadores que podem ser utilizados no campo de busca: operadores básicos e operadores avançados. Nesse post vamos mostrar os principais operadores básicos:
O operador +:
Inclui palavras comuns à busca. Ele permite que todas as palavras que estão utilizando o operador sejam pesquisadas.
Exemplo: Ao pesquisar por Shibuya e Akihabara, o Google ignora o termo “e” por ser comum. Porém, se pesquisar por Shibuya +e Akihabara, o termo “e” será incluído na pesquisa.
O operador –:
Exclui o termo da busca.
Exemplo: Uma pesquisa por web design trará resultados para ambas as palavras, uma vez que se pesquisarmos por web -design, a última palavra será excluída, retornando resultados somente da palavra web.
O operador *:
Permite que pesquise qualquer palavra no lugar que o “*” estiver.
Exemplo: Se o termo pesquisado for l*you, ele acha resultados para I love you, I saw you, I to you, entre outros.
O operador ~:
Procura pelo termo e pelos seus sinônimos.
Exemplo: se pesquisar por ~Animal, ele também acha resultados para cão, veterinário, entre outros.
O operador “”:
Permite procurar por um termo exatamente igual ao que está entre aspas, o que filtra bastante os resultados.
Exemplo: Uma pesquisa por web design terá resultados para os termos web, design e web design. Se a pesquisa for feita com o termo entre aspas, ou seja, “web design”, os resultados serão apenas os que tiverem o termo exatamente igual ao pesquisado.
O operador OR:
Permite pesquisar um termo ou outro. Ele deve estar em letras maiúsculas. Pode também ser substituído pelo símbolo “|”.
Exemplo: Uma pesquisa com os termos Shibuya OR Akihabara permite pesquisar separadamente os dois termos, uma vez que sem o operador OR a pesquisa seria dos dois termos juntos.
Com esses operadores é possível encontrar melhores resultados nas pesquisas! No próximo post iremos descrever os operadores avançados.
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Kuler: Escolha cores para o seu site
12 12UTC junho 12UTC 2011 às 23:45 | Publicado em CSS, HTML | Deixe um comentárioTags: Cor, designer, Kuler
Uma das grandes dificuldades dos web designers é encontrar uma boa combinação de cores para o site que estão desenvolvendo. O Kuler é um site que auxilia nessa escolha.
Com o Kuler é possível selecionar e ajustar diversas cores. Existem temas prontos e é possível comentar e salvar seu próprio tema. O site também informa os valores em hexadecimanl, RGB, entre outros.
Além disso, é possível selecionar as cores a partir de uma imagem.
O endereço do Kuler é http://kuler.adobe.com. Divirtam-se!
Como utilizar o Partial Crease Edge/Vertex no Maya 2010
4 04UTC julho 04UTC 2010 às 21:21 | Publicado em 3D | Deixe um comentárioTags: 3D, edge, full crease, Maya, model, partial crease, smooth, subdiv, surface
Somos iniciantes em modelagem 3D, mas estamos modelando um carro. Surgiu uma dúvida e não conseguimos encontrar como resolver o problema na internet. Depois de algum tempo tentando, conseguimos fazer. Aqui vai a dica para quem estiver com a mesma dúvida.
Para deixar as partes modeladas mais arredondadas, com uma aparência mais lisa e macia (smooth), podemos usar o Subdiv Surfaces. Para isso existe o atalho Alt + ~, seguido do número 1, 2 ou 3. Esses números são os níveis, quanto maior, mais arredondado.
Porém, quando arredondamos uma parte do modelo, ela pode não se encaixar mais no objeto como um todo. Para resolver esse problema podemos utilizar duas opções:
- Create a full crease (Subdiv Surfaces > Full Crease Edge/Vertex) – Move a surface para o vértice selecionado. Bom para se usar quando dois vértices se encontram, para modelar partes mais pontiagudas.
- Create a partial crease (Subdiv Surfaces > Partial Crease Edge/Vertex). Move a surface para perto do vértice selecionado. Fica mais suave que o Full Crease.
Isso irá aproximar a parte arredondada do que era antes, sem perder o acabamento feito.
O problema encontrado foi que, para utilizar o partial ou full crease, precisamos ter vértices externos retos (linhas roxas da imagem) para mostrar onde ele terá que ficar. Podemos notar na imagem que as linhas azuis são do objeto já arredondado. Para essas linhas aparecerem precisamos transformar o objeto em Edge, mas as linhas roxas não apareceram.
Para resolver isso, é preciso selecionar o objeto e clicar em Modify -> Convert -> NURBS do Subdiv.
Feito isso, basta transformar para Edge (botão direto do mouse e clicar em Edge) que ele estará igual à imagem. Depois disse é só selecionar os vértices que desejamos aplicar o partial ou full crease (os vértices selecionados devem ser os de linha roxa) e clicar na opção escolhida (Partial Crease Edge/Vertex ou Full Crease Edge/Vertex).
Esperamos ter ajudado! Qualquer dúvida ou sugestão é sempre bem vinda.
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Padrões de Projeto: Factory Method
29 29UTC junho 29UTC 2009 às 02:13 | Publicado em Conceitos, padrão de projeto | Deixe um comentárioTags: Design Patterns, Factory, Padrões de projetos
Depois de escrevermos sobre o padrão de projeto Adapter, vamos falar um pouco de outro padrão chamado Factory Method.
Factory Method cria uma interface para criação de objetos e permite às subclasses escolherem qual classe elas querem instanciar.
Esse padrão nos permite "esconder" as subclasses pois não precisamos criá-las na classe principal. Usando o Factory, um único objeto criado pode acessá-las. Um método é criado e por ele escolhemos qual classe precisamos instaciar. Assim, as classes permanecem encapsuladas e se tornam mais flexíveis, além de não dependerem umas das outras.
A classe Factory pode ser uma interface ou uma classe abstrata. Nela colocamos o método que nos permite escolher qual classe instanciar, tornando-se uma classe "intermediária" entre o objeto principal e as outras classes.
O Factory Method se torna útil quando uma classe não pode conhecer suas subclasses e também quando as responsabilidades são delegadas às subclasses e deseja-se localizar qual a subclasse acessada. É um dos padrões de projeto mais usados, vale a pena estudar mais sobre ele.
Fonte:
http://www.pg.cefetpr.br/coinf/simone/patterns/factory.php
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Padrões de projeto: Adapter
6 06UTC junho 06UTC 2009 às 20:03 | Publicado em Conceitos, padrão de projeto | 2 ComentáriosTags: Adapter, classe, Design Patterns, interface, padrão de projeto
No último post falamos um pouco sobre os padrões de projeto. Hoje falaremos sobre um padrão muito usado, o Adapter.
Como o próprio nome diz, o Adapter serve para adaptar alguma coisa. Aliás, todos os nomes dos padrões nos indicam sua funcionalidade.
Usamos o Adapter quando queremos que classes de interfaces diferentes trabalhem juntas ou criar classes reutilizáveis. Assim, fazemos uma adaptação para que essas interfaces se tornem compatíveis.
Mas o que são interfaces de classe? São os métodos, funções, propriedades, etc, definidos na classe. Se elas são diferentes, as classes não podem trabalhar juntas.
O Adapter cria uma classe, que chamaremos de ClasseAdapter para conseguirmos explicar melhor, que muda o comportamento da classe que deve ser adaptada, introduzindo um objeto. Várias classes podem usar essa ClasseAdapter e esta pode colocar novas funcionalidades em várias classes ao mesmo tempo.
Sempre que precisarmos utilizar classes de interfaces diferentes ou criar classes reutilizáveis, podemos utilizar o Adapter.
Fonte:
http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=5047
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Conceito: O que são padrões de projeto?
31 31UTC maio 31UTC 2009 às 02:07 | Publicado em Conceitos, padrão de projeto | Deixe um comentárioTags: Design Patterns, Gang of Four, GOF, Padrões de projetos, The Timeless Way of Building
Muitas vezes demoramos a encontrar soluções para alguns problemas que precisamos resolver. Pode existir outra pessoa em algum lugar do mundo que já teve que resolver algum problema igual ou parecido, ou então está passando pela mesma dificuldade para achar uma boa solução. Para não perder tempo pensando em algo que alguém já pensou, foram criados os padrões de projetos.
Padrões de projetos, ou Design Patterns, são padrões criados para reaproveitar soluções eficientes para problemas comuns encontrados no desenvolvimento de um software orientado a objetos.
Christopher Alexander foi quem criou esse conceito e o mostrou para o mundo em seu livro The Timeless Way of Building. Como era um arquiteto, percorreu o mundo em busca de modelos diferentes de construções. Reparou, então, que diferentes arquitetos em lugares diferentes do planeta, passavam pelas mesmas dificuldades e muitas vezes encontravam soluções que já haviam sido resolvidas em outro lugar. Para evitar que isso acontecesse, chegou à conclusão que as soluções eficientes deveriam ser reaproveitadas.
Mais tarde, a gangue dos quatro, conhecida como GOF – Gang of Four, adaptou esses padrões para a área da informática. Assim, temos soluções comuns catalogadas que ajudam o desenvolvedor em várias situações, além de deixar o código mais bem estruturado.
Os padrões de projetos são divididos em três categorias, os padrões de criação, estruturais e comportamentais. Eles são de muita importância e devem ser usados sempre que possível. Vamos postar mais sobre os padrões existentes separadamente.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%B5es_de_projeto_de_software
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Conceito: Ciclo de vida de uma página ASP.NET
27 27UTC maio 27UTC 2009 às 02:06 | Publicado em .Net, Conceitos | Deixe um comentárioTags: .Net, asp.net 2.0, ciclo de vida, load, page initialization, page request, página, rendering, start, unload, validation
Uma página passa por várias etapas de processamento a partir do momento que é executada. Conheça agora essas etapas:
Page request –> Quando o usuário solicita uma página, o ASP.Net vai determinar se ela será será compilada e executada ou se o cache da memória que será mandado para o usuário. Esta fase ocorre antes do ciclo começar, pois ele só começará se a página for compilada e executada.
Start –> As propriedades iniciais da página são definidas. Request, response e UICulture são algumas dessas propriedades.
Page initialization –> Os controles e os temas ficam disponíveis na página.
Load –> Se a solicitação for um postback durante o carregamento, as propriedades são carregadas com informações recuperadas.
Validation –> Os métodos de validação são chamados nesta etapa.
PostBack event handling –> Manipuladores de evento são chamados se for um postback.
Rendering –> O método Render é chamado fornecendo um text writer para o response.
Unload –> As propriedades da página são descarregadas. Ocorre quando a página já foi enviada para o cliente e já foi processada.
Fonte:
http://msdn.microsoft.com/en-us/default.aspx
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
Conceito: Master Page em .Net
24 24UTC maio 24UTC 2009 às 12:20 | Publicado em .Net, Conceitos | 1 ComentárioTags: .Net, asp.net 2.0, include, layout, Master, master page, page, template
Geralmente, quando criamos um site, utilizamos algumas partes dele (título, menu, rodapé…) em todas as outras páginas, ou em quase todas. Um jeito de resolver o problema de ter que copiar o código dessas partes em todas as páginas é utilizando includes. Mas no ASP.NET 2.0 surgiu uma novidade, as master pages.
Master page é um template, onde as outras páginas podem herdar seu visual e acrescentar seus conteúdos por cima deste template.
A master page é uma página como as outras que definimos o layout geral, onde marcamos onde cada informação deverá ficar. Depois vamos às páginas do site e importamos esse template. Assim, conseguimos colocar toda essa informação por cima do layout já pronto, sem interferir neste.
Para quem faz sites ou sistemas, principalmente os grandes, é indispensável o uso de master pages.
Escrito por Luísa Pèret Moraes e Paula Pèret Moraes
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